O Grande Gatsby por Baz Luhrmann

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No dia 07 de junho estreia nos cinemas brasileiros o filme O Grande Gatsby. Trata-se da quarta adaptação do romance de Scott Fitzgerald (o livro merece outro post!), um romance sobre os Estados Unidos durante o ano de 1920, costurado com uma história imaginária sobre dinheiro, ética e amor. Esta foto do elenco e diretor é do ADOROCINEMA que tem tudo sobre o filme.

A direção é do australiano Baz Luhrmann, que eu adoooro….Ele foi o diretor de alguns filmes da minha lista “tudo de bom”: Romeu e Julieta, Moulin Rouge e Austrália. Nicole Kidman e Leonardo DiCaprio são estrelas que aparecem, cada um, em duas das quatro produções mencionadas.   

Selecionei os trailers dos 4 filmes para quem não viu, ficar com vontade de ver! Ah…o trailer de Austrália só achei em Italiano, mas fica ainda mais lindo…dá uma olhada!

Romeu e Julieta – 1996

Moulin Rouge – 2001

Austrália – 2008

O Grande Gatsby – 07/06/2013

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Filme: Homem de Ferro 3

O gênero HQ sempre me agradou e, dos filmes da Marvel, Homem de Ferro é um dos meus favoritos. 

Demorei para ver, mas achei Homem de Ferro 3 imperdível. Filme para assistir no cinema- minha opinião!! Roberto Downey Jr. dá um show a parte ao emprestar ao herói de lata uma dose perfeita de ironia, uma pitada de arrogância, humor, irreverência e muuuito charme. 

Vale muito a pena ver! Diversão garantida….

Filme: “The Lady”

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Não tinha visto este filme de Luc Besson no cinema. Ontem, dando uma olhadinha no que tinha disponível no NOW, me chamou atenção e embarquei.

Filme baseado em fatos reais, conta a história de Aung San Suu Kyi, birmanesa, filha do herói nacional da independência da Birmânia, assassinado quando ela tinha dois anos. Estudou e morou em Oxford, casou-se com o professor Michael Aris, teve dois filhos.

Em 1988, em plena revolta popular contra o governo, ela regressa ao seu país para cuidar da mãe enferma. É procurada para liderar o movimento pró-democracia e inicia sua carreira política apoiada pelos ideais de liberdade e paz. Ganha as eleições mas os militares recusam o resultado. É mantida em prisão domiciliar por cerca de 15 anos. Resiste à separação da familia que ama pela causa de seu país, apoiada por Michael.

É indicada e ganha o Prêmio Nobel da Paz em 1991. Michael passa a ter o visto negado quando, vítima de um câncer, tenta entrar no país. Os dois resistem à dor da separação e da perda em nome da causa que os unia. Muito sensível sem ser piegas… Pode acreditar!

Adorei o filme e recomendo. Saiba mais sobre a vida de Suu Kyi no wikipedia.